Se os seus produtos circulam no mercado digital, não reutilize o GTIN

A reutilização do GTIN (Global Trade Item Number) será desaconselhada pela GS1. No mundo digital, a informação permanece ativa por muito mais tempo e a reutilização do GTIN pode provocar falhas na identificação, única e inequívoca, dos produtos. O objetivo? Que um código de barras passe a identificar, para sempre, o mesmo produto.

Porquê mudar agora?

Com o crescimento do e-commerce, a identificação única de um produto é essencial para uma experiência omnicanal ótima do consumidor. O GTIN é o identificador escolhido pela grande maioria dos marketplaces digitais, aumentando o período de vida deste código. A informação que é disponibilizada online mantém-se ativa por muito mais tempo.

A reutilização do GTIN para identificar um novo produto, mesmo que o anterior produto já tenha sido descontinuado, impede que a identificação seja única e inequívoca. Corre-se o risco de que circulem dois produtos diferentes com o mesmo código de identificação.

Saiba mais

O que é o GTIN?
O Global Trade Item Number identifica um produto de maneira única e universal através de uma sequência numérica. Serve para identificar qualquer produto que tenha de ser valorizado, solicitado ou faturado em qualquer ponto da cadeia de abastecimento. Por norma, esta estrutura numérica é traduzida no mais conhecido código de barras GS1 para que a informação seja lida pelos sistemas de informação.

 O que vai mudar em Portugal?

Para já, nada vai mudar na forma como atribui os seus códigos GS1. A nova regra de não reutilização do GTIN irá funcionar como uma boa prática de mercado. A GS1 Portugal aconselha fortemente que siga esta medida, especialmente se os seus produtos circulam no mercado digital.

Estamos aqui para ajudar

Comece já a preparar os seus sistemas de informação para esta alteração. Entre em contacto connosco:

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