6ª Edição do Benchmarking de Saúde da GS1 Portugal destaca aumento de eficiência logística e comercial dos laboratórios farmacêuticos

Parafarmácias de retalho, armazenistas, farmácias e grupos de farmácias destacam a codificação de produtos e agrupamentos, a troca eletrónica de documentos, as condições logísticas e comerciais como dimensões fulcrais de eficiência na 6.ª edição do Benchmarking de Saúde da GS1 Portugal, recentemente concluído.

A 6.ª edição deste estudo de mercado bidirecional, desenvolvido desde 2016 pela GS1 Portugal, abrange mais de 350 participantes e, desde o lançamento, duplicou o número de farmácias participantes.

No canal parafarmácia de retalho, esta 6.ª edição do estudo concluiu que a correta codificação dos produtos e agrupamentos é determinante. Embora questões administrativas e logísticas – como a receção e o pedido – continuem a ser uma prioridade para as parafarmácias de retalho, o marketing assume relevância crescente: o impacto das marcas, dos formatos promocionais e da formação dada aos colaboradores da parafarmácia assumem um maior destaque nesta edição em que, nesse e nos outros critérios, o segmento melhor avaliado foi a dermocomética. Nos canais parafarmácias de retalho e armazenistas, o segmento que registou um crescimento mais acentuado nesse período foi o dos genéricos. Os grupos de farmácias, numa perspetiva central, atribuem também aos laboratórios de genéricos avaliações (em média) superiores às dos restantes laboratórios.

Segundo esta edição do estudo, para os armazenistas, os temas logísticos, as condições comerciais e a relação/colaboração com a indústria continuam a ser preponderantes. Ao contrário do que tem vindo a ser tendência, este ano os temas relativos à troca eletrónica de documentos (EDI – Electronic Data Interchange) e a gestão de pedidos transfer ganharam destaque para esta audiência.

Para o canal farmácia, na avaliação aos laboratórios em termos logísticos, a dimensão preponderante são as devoluções, o bom estado do produto e os prazos de validade. Para os grupos de farmácias, a dimensão preponderante são os erros de faturas e do pedido entregue, bem como a capacidade dos interlocutores para os resolverem. Na perspetiva comercial, grupos de farmácias e farmácias dão uma maior importância às condições comerciais- e às ações sugeridas pelos laboratórios, em detrimento das condições logísticas.

O Benchmarking de Saúde da GS1 Portugal oferece aos participantes insights sobre as prioridades dos clientes, uma comparação com a concorrência, análises específicas ao segmento em que opera e orientações de melhoria e evolução por cliente, tendo em conta as tendências do setor e a monitorização de indicadores de eficiência (KPIs).

Benchmarking de Saúde é o estudo anual que integra a visão do mercado na perspetiva dos principais intervenientes do setor da saúde: laboratórios, armazenistas, parafarmácias de retalho, farmácias e grupos de farmácias.

Para participar na próxima edição, conhecer melhor o estudo e os testemunhos de participantes, a GS1 Portugal realiza um evento gratuito, online, no dia 4 de novembro. Mais informações e inscrições disponíveis em benchmarking@gs1pt.org.