Etiqueta Logística GS1: Normas e Especificações

A GS1 Portugal publicou uma nova versão do documento, lançado pela primeira vez em 2016, que reúne as normas e especificações para a utilização da etiqueta logística GS1, recomendadas para o mercado nacional. A revisão do documento surgiu para dar resposta a duas principais necessidades, identificadas pela GS1 Portugal:

  • Atualização, através do redireccionamento, de tabelas provenientes da GS1 Global, como por exemplo a “Lista dos Identificadores de Aplicação”;
  • A adaptação da identificação de paletes heterogéneas para o alinhamento com as mensagens eletrónicas via EDI, especificamente para o Aviso de Expedição e para o Aviso de Receção.

À semelhança das anteriores, esta nova versão resulta de um trabalho realizado com Fabricantes, Retalhistas e Operadores Logísticos, num total de 25 empresas. Esta ação conjunta levou ainda à atualização dos seguintes temas:

  • Redução e simplificação do número de páginas (de 59 para 41);
  • Inclusão de mais exemplos de etiquetas de unidades logísticas por setores de atividade;
  • Definição e inclusão de mais exemplos de etiquetas de unidades de expedição (caixas de transporte) por setores de atividade.

No papel de facilitador da unidade de ação, ao longo das cadeias de abastecimento, a GS1 Portugal reabriu o debate através do Grupo de Trabalho, atuando como um agente neutro, moderador, garantindo o cumprimento das normas globais da GS1. 

Recorde-se que a Etiqueta Logística GS1 é um modelo global de identificação de paletes para todos os agentes da cadeia de abastecimento. A informação contida nesta etiqueta é completa e abrangente: identifica o fornecedor, o cliente e o transportador (informação humanamente legível), assim como proporciona todos os dados necessários à identificação e rastreabilidade das unidades logísticas (através do scan do código de barras para o sistema de informação).

A uniformização da utilização da Etiqueta Logística GS1, entre parceiros de negócio, é fundamental para a melhoria da eficiência e da rastreabilidade na cadeia de abastecimento. Através da correta utilização é possível agilizar os processos logísticos, simplificando e reduzindo o tempo nas operações de expedição, receção, picking e stocks; diminuir a probabilidade do erro humano; melhorar a qualidade de informação; e cumprir o ciclo de rastrabilidade.

Consulte AQUI o documento.